[:pb]Por décadas fornecemos nossos dados para os mais devidos fins: desde a aplicação a uma vaga de emprego, passando por consultas médicas, cadastro em serviços online, até a obtenção de descontos em cadeias de varejo. E por muito tempo essa coleta ocorreu de forma indiscriminada, online e offline, até que esses dados alcançaram um patamar de importância impossível de ignorar
[:pb]Já parou para pensar em qual é o real impacto que os softwares utilizados pela sua organização provocam sobre a performance do negócio? Essa quase sempre é uma equação complexa de resolver – cujo resultado final não só varia de empresa para empresa como também exige comparar o investimento necessário com o retorno a curto, médio e longo prazo. Essa
[:pb]O fortalecimento dos conceitos de Value Stream Management no Brasil, principalmente por conta da nova parceria estratégica entre a Leadcomm e a Digital.ai, provoca um debate interessante sobre qual é o verdadeiro sentido da transformação digital nas organizações. Se antes a prioridade era contar com aplicações voltadas a digitalizar principalmente as vendas e o relacionamento com o cliente em diversos
[:pb]Ransomware é um malware que bloqueia ou criptografa os dados de um computador ou servidor, a fim de exigir pagamento de resgate para restabelecer o acesso aos dados. Essa é a ameaça número 1 para o setor de transporte e logística que, atualmente, está na mira de ataques cibernéticos por conta de cargas de alto perfil como os insumos/vacinas contra
[:pb]Em um mundo tão dinâmico, competitivo e digitalizado, nenhuma empresa pode abrir mão do uso de sistemas corporativos – seja para dar apoio à gestão dos negócios, à geração de vendas e prospecções ou ao relacionamento com os clientes. Ao passo que o distanciamento social escancarou de vez a demanda pela digitalização até mesmo nas organizações que ainda insistiam em
[:pb]Uma pesquisa da Kaspersky, divulgada no último mês, mostra que apenas quatro entre dez empresas brasileiras que sofreram um incidente adotaram novas políticas ou fizeram requerimentos adicionais para melhorar a segurança digital – 10% relatam que não fazem absolutamente nada. O relatório também aponta as medidas mais comuns que as empresas atacadas – e que decidem fazer algo –
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