[:pb]A resposta é sim. Assim como um exército pode preparar as melhores defesas quando conhece o plano de ataque do inimigo, quando uma empresa tenta hackear sua própria rede, isso a coloca um passo à frente dos “bandidos”. Esse tipo de defesa legítima é chamado de hacking ético e usa exatamente as mesmas técnicas e tecnologias que os hackers mal
[:pb]As restrições para circulação de dados pessoais, dados de segurança nacional ou outros tipos de dados entre países não são novidade. A questão ganhou ainda mais importância com o uso crescente de serviços de computação em nuvem, que oferecem alta capacidade de integração, computação e armazenamento, permitindo que uma demanda de TI encontre o serviço mais econômico e agregador de
[:pb]O cibercrime é atualmente a maior ameaça para todas as empresas do mundo e um dos maiores problemas da humanidade. O impacto na sociedade é refletido nos números. Em 2017, a Cybersecurity Ventures previu que o cibercrime custaria ao mundo US$ 6 trilhões por ano até 2021, o dobro dos US$ 3 trilhões registrados em 2015. Isso representa a maior
[:pb]Cibercriminosos são aquelas pessoas dedicadas ao crime, que constantemente desenvolvem, testam e aperfeiçoam suas técnicas, para roubar informações valiosas e sensíveis para seu próprio lucro. Para isso, lançam ataques cibernéticos em uma ampla gama de formas e intensidades. Os criminosos cibernéticos se valem de ataques avançados de ameaças persistentes (Advanced Persistent Threat Attacks – APT), realizando tentativas sofisticadas de invasão
[:pb]O Relatório “2018 Cost of a Data Breach Study: Global Overview” do Instituto Ponemon, publicado em julho de 2018, revelou que o custo médio de cada violação de dados sofrida por empresas brasileiras nos últimos 12 meses foi de US$ 1,24 milhão, com incidentes que variam de e-mails fraudulentos, vírus, spyware e malware, até tentativas de invasão e ransomware. Quanto
[:pb]A maioria das organizações já implementou soluções de segurança cibernética para acompanhar e relatar atividades dos usuários que acessam várias fontes de dados. Essas soluções provaram ser bastante úteis no cumprimento de exigências regulatórias, mas os significativos investimentos realizados não estão se traduzindo em benefícios visíveis para a segurança cibernética e não estão comunicando efetivamente todo o valor comercial que
[:pb]O crescente número e a grande variedade de ataques cibernéticos recentes estão obrigando as autoridades de vários países a aprovarem leis e normas que têm como objetivo aumentar os níveis de proteção contra danos financeiros e econômicos a países, empresas e indivíduos. Uma grande preocupação atual para a segurança de governos, organizações e pessoas é a segurança da informação. O
Boa parte dos executivos de TI já tem consciência da importância em se implantar soluções e políticas de segurança da informação e as razões que determinam a urgência dessas decisões, considerando que a correta definição do momento certo de se fazer os investimentos pode significar a diferença entre segurança e vazamento ou sequestro dos dados. Afinal de contas, não é
[:pb]Na última semana a IBM promoveu o evento Think Brasil 2018. Nosso Diretor Executivo de Negócios, Aldo Carvalho, falou a convite da BU de Security, sobre os desafios da cibersegurança. Por Aldo Carvalho Na semana passada tive a honra de participar do ThinkBrasil da IBM falando sobre os desafios da cibersegurança. Obrigado João Rocha pelo convite, por compartilhar o palco
[:pb]Em parceria com o Grupo Kroton, nessa 3a feira, 19/09, a Leadcomm ministrará uma palestra sobre desafios atuais para a Segurança de Dados Sensíveis, na Universidade Anhanguera – Campus Vila Mariana. A intenção é promover conhecimento e a formação de mão-de-obra especializada, dando continuidade no processo de contratação de estagiários.[:en]Em parceria com o Grupo Kroton, nessa 3a feira, 19/09, a
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