[:pb]Por Alexander Rodrigues Em vigor desde agosto de 2020, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) estabelece uma série de medidas que visam a proteger os direitos e a privacidade de dados pessoais dos consumidores. Como reflexo disso, um cenário bastante comum nas empresas que já fizeram a adequação e, com isso, possuem o seu data mapping (ou,
[:pb]Um dos grandes desafios ocasionados pelas legislações – como LGPD, GDPR, CCPA, ISO 27001/27701, NIST, entre outras – é o significativo volume de dados que precisam ser controlados e gerenciados para garantir a continuidade da conformidade com essas normativas. Utilizar planilhas para esse fim pode até parecer uma alternativa no momento da adequação, mas, com o passar do tempo, os
[:pb]A transformação digital e a LGPD impulsionaram as corporações, independentemente do tamanho ou segmento de atuação, a se atentarem, ainda mais, à cibersegurança. Engana-se quem pensa que essa preocupação se deve unicamente às ameaças externas a que o negócio pode estar exposto, como ransomware, vírus de todas as naturezas, entre outras técnicas que os cibercriminosos utilizam. O comportamento dos colaboradores
[:pb][:pb][:pb]Com o avanço e o surgimento de novas tecnologias, assim como canais de comunicação, o risco de deixar os dados sensíveis da sua empresa expostos aumentou consideravelmente. Implementar ações, políticas e ferramentas que ampliem a proteção e o monitoramento do acesso a tais informações, seja por implicação de normas e regulamentações ou, pior, por já terem sofrido algum tipo de
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