[:pb]O Instituto Ponemon entrevistou 577 profissionais de TI e segurança de TI nos Estados Unidos, que têm conhecimento sobre os investimentos em estratégia, tática e tecnologia de segurança de TI de sua organização, para avaliar a eficácia das estratégias de segurança da empresa. Os resultados do relatório “The Cibersecurity Illusion: The Emperor Has No Clothes”, não foram muito animadores. A
[:pb]Ao passo que o mercado ainda calcula o tamanho e a extensão dos prejuízos diante dos efeitos da pandemia de Covid-19, muitas empresas navegam por um ambiente de negócios que traz mais incertezas do que segurança. Temos visto organizações no mundo todo encarando desafios recorrentes contra o fechamento ou a diminuição dos negócios, a necessidade de acompanhar a disrupção desenfreada
[:pb]A partir de 1º de agosto de 2021, passaram a vigorar as sanções previstas pela LGPD que são: Advertência, com indicação de prazo para adoção de medidas corretivas; Multa simples de até 2% sobre o faturamento líquido do último exercício apurado da pessoa jurídica, grupo ou conglomerado, limitado a R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), por infração; Multa diária,
[:pb]Até 2022, pelo menos 50% dos ataques bem-sucedidos por meio de cliques (clickjacking) e contra aplicativos móveis poderão ser evitados com o uso de recursos de proteção inseridos dentro dos próprios aplicativos de negócios. Apenas esse dado, divulgado pela consultoria Gartner, é suficiente para ressaltar a importância de contar com mecanismos embarcados para garantir a segurança dos softwares. O que
[:pb]Não é novidade que a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) vai afetar a todos: empresas, governos e indivíduos. Com as centrais de atendimento ao cliente também não seria diferente. No geral, as organizações podem continuar coletando e tratando dados pessoais, desde que estabeleçam uma base legítima para esse tratamento. Além disso, é necessário adotar medidas técnicas (como
[:pb]Muito se fala sobre como os dados ajudam na tomada de decisões. Você também já deve ter ouvido falar que os “dados são o novo petróleo”, numa comparação que enaltece a importância das informações estratégicas para obter visibilidade e clareza sobre a performance do negócio e a situação do mercado, visando escolhas bem-sucedidas. Só que, na prática, persiste uma realidade
[:pb]Por décadas fornecemos nossos dados para os mais devidos fins: desde a aplicação a uma vaga de emprego, passando por consultas médicas, cadastro em serviços online, até a obtenção de descontos em cadeias de varejo. E por muito tempo essa coleta ocorreu de forma indiscriminada, online e offline, até que esses dados alcançaram um patamar de importância impossível de ignorar
[:pb]Já parou para pensar em qual é o real impacto que os softwares utilizados pela sua organização provocam sobre a performance do negócio? Essa quase sempre é uma equação complexa de resolver – cujo resultado final não só varia de empresa para empresa como também exige comparar o investimento necessário com o retorno a curto, médio e longo prazo. Essa
[:pb]O fortalecimento dos conceitos de Value Stream Management no Brasil, principalmente por conta da nova parceria estratégica entre a Leadcomm e a Digital.ai, provoca um debate interessante sobre qual é o verdadeiro sentido da transformação digital nas organizações. Se antes a prioridade era contar com aplicações voltadas a digitalizar principalmente as vendas e o relacionamento com o cliente em diversos
[:pb]Ransomware é um malware que bloqueia ou criptografa os dados de um computador ou servidor, a fim de exigir pagamento de resgate para restabelecer o acesso aos dados. Essa é a ameaça número 1 para o setor de transporte e logística que, atualmente, está na mira de ataques cibernéticos por conta de cargas de alto perfil como os insumos/vacinas contra
Comentários