[:pb]A pandemia de Covid-19 acelerou o uso de tecnologia nos processos das empresas e trouxe a discussão sobre o quanto elas estão preparadas para lidar com situações adversas desse nível. Grande parte dos negócios já está ciente e imersa nas vantagens da transformação digital, utilizando a tecnologia para amenizar os efeitos da crise. A seguir, mostramos as duas soluções adotadas
[:pb] LGPD e anúncios baseados no comportamento: como vai funcionar? A principal empresa de serviços online e softwares do mundo já está atualizando suas políticas de privacidade aqui no Brasil, de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A iniciativa tem o objetivo de proteger informações pessoais. Nós aproveitamos para lembrar que isso será obrigatório e, a
[:pb]O ano anterior foi movimentado no quesito “leis digitais” para diferentes áreas de negócio. Vamos relembrar tudo o que rolou e como esses fatos irão interferir em 2021 e nos próximos anos. Não perca nenhuma oportunidade! A LGPD entrou em vigor Finalmente! Após idas e vindas, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrou em vigor em setembro
[:pb]Em ambientes digitais, uma superfície de ataque é a soma de todos os pontos sujeitos a possíveis riscos de segurança, como vulnerabilidades conhecidas, desconhecidas e potenciais em hardware, software e redes. As superfícies de ataque estão em constante crescimento e evolução, tornando-se cada vez mais dinâmicas e complexas. Entender o que a superfície de ataque da sua empresa representa é
[:pb]LGPD e outros termos relacionados com proteção de dados estão em alta e você provavelmente já teve ou terá contato com isso. Entre muitos conceitos e nomenclaturas, certamente você vai se deparar com esses: titular, controlador, operador, encarregado e regulador. Mas o que isso significa? Pra facilitar e entrar no assunto de forma mais suave, vou fazer essa analogia
[:pb]Um assunto que tem marcado presença nas últimas semanas, tanto na mídia quanto nas redes sociais, é a Lei Geral da Proteção de Dados Pessoais – inclusive esse é um assunto que certamente já deve ter chegado a você em algum momento, e que falamos por aqui com frequência. Mas o que isso tem a ver com a área de
[:pb]O Brasil sofreu mais de 2,6 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos de janeiro a junho de 2020, de um total de 15 bilhões em toda a América Latina e Caribe, segundo um artigo publicado pela Reuters. No último trimestre, foi registrado um aumento considerável de ataques de “força bruta” em todo o mundo, que são as tentativas repetidas e sistemáticas
[:pb]Esses fatores de risco podem não aparecer em um relatório oficial de avaliação de riscos, mas todo profissional de segurança deveria considerá-los. Os fatores tradicionais de gerenciamento de riscos que todos conhecemos incluem o processo sensato de categorizar ameaças e riscos potenciais, avaliar a probabilidade de sua ocorrência e estimar os danos que resultariam deles, se não fossem atenuados.
[:pb]Embora cunhado há mais de 50 anos, o termo “Inteligência Artificial” (IA) começou a ganhar popularidade significativa apenas recentemente, a ponto de se tornar uma expressão usada em todas as áreas da sociedade, seja empresarial, governamental, militar, acadêmica, pesquisa e outras. As vantagens específicas do uso da IA são provavelmente tão numerosas quanto o número de casos de uso
[:pb]Testar as vulnerabilidades de um sistema é um processo muitas vezes esquecido, mas muito importante no desenvolvimento de qualquer serviço baseado na Internet, e tem como objetivos saber se essas vulnerabilidades podem ser realmente exploradas por agentes maliciosos no ambiente específico da sua empresa e conhecer quais são os riscos que essas vulnerabilidades podem representar para sua organização ou produto.
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