[:pb]Em ambientes digitais, uma superfície de ataque é a soma de todos os pontos sujeitos a possíveis riscos de segurança, como vulnerabilidades conhecidas, desconhecidas e potenciais em hardware, software e redes. As superfícies de ataque estão em constante crescimento e evolução, tornando-se cada vez mais dinâmicas e complexas. Entender o que a superfície de ataque da sua empresa representa é
[:pb]“Se tornar aderente à LGPD não demanda apenas um projeto e sim uma jornada. E essa jornada necessita da adequação de toda empresa”, afirma Klaus Kiessling, Diretor de Cibersegurança da Leadcomm. Quando pensamos no processo de entrar em conformidade com a nova lei, soluções tecnológicas sempre vêm em mente e pouco falamos de pessoas – mesmo sendo elas que
[:pb]Mais e mais atividades estão migando para ambientes remotos, trazendo consigo maiores desafios para as organizações garantirem a segurança dos seus dados. Os colaboradores agora estão se conectando a recursos de redes internas por meio de vários dispositivos, sendo que muitos são dispositivos pessoais. Trabalhar em locais externos aos perímetros de proteção das redes corporativas também apresenta maiores chances de
[:pb]A pandemia do novo coronavírus obrigou muitas empresas a adotarem o home office às pressas. Com isso, o perímetro dos escritórios passou a ser também a casa dos funcionários, que continuam acessando, armazenando e processando dados corporativos internos, inclusive aqueles classificados como confidenciais. Esse cenário tornou a necessidade de proteção de dados unificada – cobrindo todas as áreas como endpoint,
[:pb]Em 2018, o mercado foi tomado pela discussão sobre proteção de dados, devido às legislações que surgiram em partes do mundo prometendo multas às empresas que não fornecessem segurança adequada para os dados pessoais de seus clientes. Com isso, organizações de todos os tipos de negócio começaram a busca pela conformidade com as novas leis (LGPD e GDPR) e, de
[:pb]A informação é um bem precioso. Por isso, é importante que as organizações adotem políticas para estabelecer diretrizes para que todos, dentro de suas funções e habilidades, tenham responsabilidades quanto ao uso dos dados – transferência, armazenamento, acesso, etc. Hoje, com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), isso se faz ainda mais necessário. Afinal, o mau uso
[:pb]A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) também vale para empresas que atuam no agronegócio ou em segmentos relacionados, como uma fazenda produtora de cana-de-açúcar e uma usina de açúcar e etanol. Mas por que estamos destacando esse ponto? O motivo é simples. Muitas pensam erroneamente que a LGPD tem a ver apenas com a proteção de
[:pb]LGPD e outros termos relacionados com proteção de dados estão em alta e você provavelmente já teve ou terá contato com isso. Entre muitos conceitos e nomenclaturas, certamente você vai se deparar com esses: titular, controlador, operador, encarregado e regulador. Mas o que isso significa? Pra facilitar e entrar no assunto de forma mais suave, vou fazer essa analogia
[:pb]Um assunto que tem marcado presença nas últimas semanas, tanto na mídia quanto nas redes sociais, é a Lei Geral da Proteção de Dados Pessoais – inclusive esse é um assunto que certamente já deve ter chegado a você em algum momento, e que falamos por aqui com frequência. Mas o que isso tem a ver com a área de
[:pb]O Brasil sofreu mais de 2,6 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos de janeiro a junho de 2020, de um total de 15 bilhões em toda a América Latina e Caribe, segundo um artigo publicado pela Reuters. No último trimestre, foi registrado um aumento considerável de ataques de “força bruta” em todo o mundo, que são as tentativas repetidas e sistemáticas
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